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Coworking: Movimento ou Negócio?

Nos últimos 5 anos o mercado de coworking no Brasil tem crescido a passos largos. Não existem dados oficiais a respeito, mas só pelo fato de hoje as pessoas conhecerem o conceito do que são escritórios compartilhados, já é um sinal de que o mercado cresceu muito e está virando uma tendência.

Algumas pessoas acreditam que o coworking é mais um movimento ou um estilo de vida do que propriamente um negócio. Por diversas partes do mundo surgem espaços de coworking profissionais, cujo o principal objetivo é proporcionar ao cliente redução de custo e agilidade na vida operacional da empresa. Através de contatos e experiências podemos verificar, também, que muitos proprietários de espaços começam a ter o escritório compartilhado como seu principal negócio. Esses já seriam motivos bastante convincentes para concluirmos que o coworking não é apenas um movimento, trata-se de um negócio, como outro qualquer.

Uma empresa de coworking tem como seu principal desafio fazer com que o empreendedor deixe de ter um escritório próprio ou saia de sua casa para trabalhar num ambiente terceirizado. Esse desafio faz com que, cada vez mais, os espaços compartilhados sejam empresas profissionais e estruturadas, pois o nível de exigência de nossos clientes é muito elevado, uma vez que ele espelha o seu próprio escritório num serviço terceirizado. Isso quer dizer que o cliente da CWK Coworking, por exemplo, espera que todos os serviços operacionais sejam prestados como se ele estivesse em sua própria estrutura. Por isso, a eficiência do staff dos escritórios compartilhados tem que ser impecável.

Existe outra corrente que insiste em separar o coworking dos escritórios virtuais. No entanto, basta uma pesquisa rápida na internet para descobrir que quase todo coworking oferece escritório virtual e salas privativas em seu portifólio de produtos. Entende-se por escritório virtual o atendimento telefônico personalizado em nome da empresa do cliente e o gerenciamento de correspondências. É fato que as empresas que trabalham somente com salas privativas e escritórios virtuais não possuem o ambiente propício a networking pois, não existe comunicação natural entre os clientes e talvez, por isso, o modelo de empresa no tipo escritório compartilhado seja interessante.

Com o crescimento desse ramo de atividade, é natural que, aos poucos, ele vá se moldando de acordo com a cultura do local onde estejaestabelecido e que acompanhe também a evolução do mercado de trabalho atualmente. Sabemos, por exemplo, que a mobilidade é uma tendência já quase estabelecida e é, por isso, que a CWK tem como meta montar uma rede de coworking onde o profissional possa estar em vários locais sem se prender a uma estrutura física e um investimento alto. Metas como essa, exigem certamente muito profissionalismo, padronização e harmonia entre as unidades e é mais uma prova de que o coworking é um negócio e não um movimento.

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Bruna Lofego

Bruna Lofego é administradora, formada pela UNA, com 15 anos de experiência em administração de empresas e 12 em empreendedorismo. Cursou especialização em marketing digital na ESPM e pós graduação em Marketing na UNA. Há cinco anos fundou a CWK Coworking, em expansão por todo o Brasil e se especializou na terceirização de serviços operacionais. É autora do Blog da CWK em que aborda a gestão de um espaço de coworking e empreendedorismo em geral.

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3 respostas para “Coworking: Movimento ou Negócio?”

  1. Avatar Lerinaldo disse:

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    Quer saber como ter seu Negócio Próprio em Casa.
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